segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ruas sem saída


Quando nos encontramos em uma situação problema, de difícil solução, é comum as pessoas dizerem que estamos num beco sem saída. No popular, esta expressão sempre foi muita utilizada, mas pouca gente sabe que em Marília nós temos várias ruas sem saída.
Talvez o leitor possa se perguntar por que alguém deixou acontecer, no passado, a criação de uma rua que não tivesse passagem livre para veículos e pessoas, e também encurralando as residências instaladas nestes endereços. Por outro lado, as crianças sempre gostaram porque ficam livres para brincar de bola, de pique-salva, podem jogar amarelinha e outras atividades lúdicas que sempre aconteceram na rua.
A resposta passa também pela condição geográfica da cidade que em muitos casos não favorece a distribuição simétrica das ruas, pois estamos em cima de um grande espigão e isto delimita a expansão dos bairros. Mas há também de se considerar o fato de que muitos loteamentos urbanos surgiram a partir da instalação de grandes indústrias que acabaram atraindo a construção de casas ao seu redor e limitando as vias. Foi assim com a Vila São Miguel e com o bairro Fragata, por exemplo, onde respectivamente as indústrias Zillo e a Anderson Cleyton, movimentaram a economia e incentivaram a instalação de um grande comércio de periferia para dar suporte aos novos núcleos habitacionais que surgiam freneticamente.
Vamos mencionar algumas ruas que são mais conhecidas, mas é certo que existem muitas outras: Rua Coelho Neto, no bairro São Miguel, onde hoje se encontra a indústria Marcom, rua Chisato Hatada, no bairro Fragata, rua Antonio Rossini, próxima ao bosque municipal, rua Farah Salomão Farah
E você caro leitor, conhece outras ruas sem saída em Marília? Envie seus comentários e sugestões.

Comissão de Registros Históricos de Marília
Rua Bandeirantes, 25, prédio da Câmara Municipal
Horário: das 8h00 às 12h00, de segunda à sexta-feira, das 13h30 às 18h00
Fone: (14) 21052000
e-mail: registroshistoricosmii@gmail.com

*Publicado no Jornal Diário de Marília - caderno REVISTA, em 04/09/11


Um comentário:

  1. Moramos um tempo na chisato hatada kkkkk numa edícula.
    bons tempos!

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