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A escrita pela fotografia.
quinta-feira, 5 de novembro de 2026
A forte presença dos japoneses na economia de Marília
O corredor comercial da rua São Luiz de Marília já foi marcado pela presença de muitos comércios cujo proprietários eram japoneses. Lá nos primórdios da nossa história vamos encontrar vários estabelecimentos com placas escritas nos dois idiomas – o japonês e o português.
E a explicação é bem simples. Era preciso comprar comida e bens de primeira necessidade, porém o idioma se constitua numa barreira que precisava ser quebrada, daí muitos imigrantes decidiram instalar estabelecimentos comerciais.
No começo de Marília grande parte das propriedades rurais produtivas eram de japoneses, e isso chegou a mais de 70% do conjunto local e regional. Inúmeras famílias de imigrantes aportaram no Brasil trazidos pelo portentoso Kasato Maru, e a fama da cidade que estava começando, lá no interior paulista, atraiu mais braços para as lavouras do café, do algodão e do arroz, dentre outras.
E eles foram se organizando em grupos sociais, isso até como forma de suprir a lacuna de saudade da Terra do Sol Nascente; faziam festas comemorativas que tinham sua essência na cultura original, comemoravam as colheitas e celebravam a vida de forma constante. É bom ficar registrado que nem tudo foram flores, nestas mesmas histórias há muito sofrimento, discriminação em razão da guerra e as restrições políticas impostas na época, e as perdas de entes queridos que ainda sonhavam retornar à pátria mãe.
Mas vamos focar no lado bom das coisas. Vamos falar de uma sociedade que fez história e que pelos fatos da sua constituição nos mostra o impacto do trabalho dos japoneses.
Vamos começar pela linha do tempo de um dos prédios que tem história com a cidade. Hoje a placa na fachada do prédio da rua Araraquara nº 95, consta como - sede do Círculo Religioso Estrela da Manhã.
O endereço já foi um grande centro comercializador de café, ponto de encontro de brasileiros, nipônicos, italianos, espanhóis e outros produtores agrícolas, falamos da empresa Okumura & Cia Ltda.
Mas a economia sempre teve seus altos e baixos e dá-se que a empresa Okumura & Cia Ltda não suporta os vieses provocados pela baixa dos preços nas exportações e pede a sua concordata. Um baque para muitos produtores que confiaram seus estoques e a comercialização das sacas por meio das suas atividades.
O prédio da rua Araraquara vai para leilão. Entra na história um grupo de 22 cidadãos, na sua grande maioria japoneses, gente ligada com a agricultura e com máquinas de beneficiamento, que se reuniu com a finalidade de constituir o Esporte Clube Mariliense. Em 13 de março de 1948 a entidade é fundada com a finalidade de difundir o esporte amador em geral.
O grupo adquiriu uma área de 35.200 metros na Fazenda Fragata, construiu campo de futebol, campo de beisebol, um playground, campo de gate boll, quadra de tênis, arquibancada, e murou em volta de todo o terreno.
Na sequencia o Banco Brasileiro de Descontos põe a venda o prédio que foi dado em garantia da dívida do grupo comercial falido. E quem adquire o imóvel? – O mesmo grupo que já havia investido na compra de parte da Fazenda Fragata, e dentre os nomes consta o de Sigehai Okumura e, também, o do conhecido deputado Diogo Momura .
O Bradesco, que nasceu com a cidade, dá clara demonstração de que além de se ressarcir de compromissos assumidos e não recebidos, desejava incentivar as ações comunitárias de um grupo que sempre manteve profundas ligações com atividades do agronegócio. No anúncio da compra a diretoria do clube fez constar que teve o decidido apoio da diretoria do banco.
Nestes episódios é possível avaliarmos a força econômica do grupo em questão que deve ter criado um fundo de investimentos para dar suporte a todas estas iniciativas.
Fato notório é que a economia local sempre contou muito com a participação dos imigrantes japoneses, imigrantes que encontraram aqui, literalmente, solo fértil para realizar seus sonhos, com muito de trabalho de sol a sol.
Com o passar dos anos os mais velhos foram deixando seu legado para os descendentes mais jovens. Vemos, por exemplo, a força do Nikkey Club de Marília que congrega famílias e mantém viva a chama dos esportes e das confraternizações festivas sociais sempre integrando-se com as outras comunidades com o propósito de perpetuar seus valores.
Pesquisa e produção por Ivan Evangelista Jr,historiador e membro da Comissão dos Registros Históricos de Marília, e secretário do Conselho Municipal de Turismo.
sexta-feira, 28 de agosto de 2026
Evento 4º AMITESP CONECTA - sucesso e pioneirismo em Marília
O 4º AMITESP foi sucesso. Surpreendeu a todos, inclusive aos organizadores do evento que manifestaram sua alegria pelo comprometimento do público presente. Nas palavras da Sra. Waldirene Ricanelo ela pontuou observações que devemos anotar e valorizar como pontos positivos para Marília, para a SETUR e para o Comtur e todos os órgão nele representados. Sra. Waldirene tem brilho nos olhos quando fala do turismo paulista e isto é muito motivador:
1) O evento acontece em pleno período de campanha eleitoral. Organizadores de eventos sabem que há uma tendência de se contar com público menor em razão de uma possibilidade de politização dos temas e do próprio evento. Isso não aconteceu isso. A AMITESP foi ousada, manteve a agenda em Marília e conseguiu o prestígio e o comprometimento de representantes de muitas cidades mais próximas e de outras mais distantes. Foram 6 Regiões Turísticas representadas e o nosso presidente Amilto Cazão estava na composição da mesa de trabalhos. Sinal de respeito e prestígio para com Comtur;
2) A presença da Sra. Ana Carla Fernandes Moura, coordenadora-geral de Áreas Estratégicas para o Desenvolvimento Turístico do Ministério do Turismo, ministrando a oficina sobre Regionalização, Mapa do Turismo Brasileiro e Governanças, Planos, Projetos e Captação de Recursos, foi outro IMPORTANTE diferencial histórico para Marília. Por quê? – Porque é a primeira vez que a coordenadora do MINISTÉRIO FEDERAL participa do encontro da AMITESP trazendo suas importantes contribuições e conhecimentos. E diga-se a verdade: mostrou-se apaixonada pelo que faz, tem brilho nos olhos, ela tem respeito pelos empreendedores e atores do turismo brasileiro, ela quer e gosta de conhecer a “ponta”, desde os pequenos atores (artesãos, empreendedores de fundo de quintal e outros) até os maiores. Fato histórico na linha do tempo do desenvolvimento do turismo local e regional.
Ana nos brindou com uma baita aula sobre regionalização do turismo e sobre como buscar recursos (que estão disponíveis), sobre Leis e detalhes extremamente estratégicos. Nos mostrou que a partir da efetiva organização das RTs na instituição de Governanças, núcleos produtivos da cadeia regional do turismo, integradas e atuantes, todas as cidades envolvidas só têm a ganhar. É mais uma ação que está no nosso plano de trabalho em parceria com a SETUR e que vai demandar esforços e retomada de contatos regionais;
3) Waldirene e Ana Carla valorizaram muito os Comturs e mostraram que acompanham de perto o desempenho dos Conselhos, assim como, das Secretarias Municipais de Turismo e outros órgãos de fomento ao turismo. Enfatizaram em várias oportunidades de suas falas a necessidade do planejamento, dos projetos, da execução e do constante monitoramento dos resultados (PDCA);
4) O palestrante do SENAC, Sr. Fernando Figueiredo foi outra boa surpresa. Ele nos mostrou como fazer conexões sustentáveis no turismo com as oportunidades no campo de trabalho, na capacitação da mão de obra, envolvendo não somente jovens, bem como, nos grupos 60+, tocou num ponto que nunca nos foi percebido - a maior aproximação com as Secretarias Municipais de Assistência Social, afinal, está tudo interligado, porque o turismo tem atores e trabalhadores oriundos da comunidade e há muito a ser feito pensando em mais inclusão e capacitação. O turismo é negócio e, por assim ser, gera emprego e renda. Anotamos tudo e vamos trabalhar neste propósito;
5) O prof. Edegar Luiz Tomazzoni da Universidade de São Paulo (USP), nos apresentou o Observatório de Turismo da AMITESP e deu show. A entidade (AMITESP), sabiamente, trabalha orientada por indicadores e com o apoio do observatório que faz o compêndio e a interpretação de dados oriundos do movimento do turismo em várias cidades que são amparadas e assistidas pela AMITESP;
6) Foi um momento mais técnico, porém essencial para todos os presentes. Comentamos com ele que Marília, por meio da SETUR e do COMTUR, instalou o observatório do turismo local. Em seguida, com a anuência e apoio do secretário Vitor Gazola pedimos ao professor Edegar/USP que integre na plataforma AMITESP o link de acesso ao observatório de Marília que consta do site oficial da Prefeitura Municipal : (https://datastudio.google.com/u/0/reporting/46244a49-c380-4305-83d0-1aa00ea5d73e/page/p_57k9vn8eyd) Trabalhar orientados por indicadores faz muita diferença e nos ajuda a ter maior apoio da administração: na definição das políticas públicas para o turismo local, na aplicação e destinação dos recursos municipais para a pasta da SETUR, igualmente, para fundamentar solicitações de recursos e investimentos em todas as instâncias (municipal, estadual e federal);
7) Importante dizer e, parabenizar, a atitude do Secretário Vitor Gazola em tomar a iniciativa de se apresentar e requerer junto aos diretores para que a AMITESP trouxesse a 4ª edição do Conecta para a cidade de Marília.
8) A coordenadora Ana e a Sra. Waldirene visitaram e conheceram os expositores convidados que estavam representando segmentos do turismo local e das Rotas do Queijo e do Café. Visitaram o Sítio Olho Dágua para conhecer o “Curto Circuito do Café” e outras ações de maior aproximação com atores e com a identidade turística local.
9) E para encerrar os trabalhos com chave de ouro, com a iniciativa conjunta do Comtur e do Sinhores (Sinval), convidamos os ilustres palestrantes e representantes de alguns municípios participantes para um happy hour no Pasttine restaurante. O encontro teve por objetivo promover a melhor acolhida (imprescindível no turismo) num momento mais descontraído, onde foi possível compartilhar opiniões, sentimentos e percepções recíprocas sobre um dia tão especial para o Turismo Receptivo em Marília e para todos os atores que se dedicam diariamente na melhoria da qualidade de vida local.
O Comtur Marília, neste ato representado por todos os seus 23 Conselheiros, agradece o carinho e o empenho dos organizadores e palestrantes do 4º AMITESP-Conecta pelo brilhante evento. Igualmente ao amigo João Gouveia/Pratique por nos acompanhar nesta jornada de sucesso. Voltem sempre para sentir o cheiro da terra, tomar um bom café, saborear a gastronomia local e apreciar a beleza dos nossos vales e Itambés.
#amitespconceta
por Ivan Evangelista Jr, secretário do Comtur e
Diretor da 155 Empreendedorismo e Gestão (14) 998641555 @afotoquefala
quarta-feira, 10 de junho de 2026
segunda-feira, 23 de março de 2026
A pioneira vocação agrícola de Marília
Dia destes me deparei com um senhor empurrando um carrinho de mão e vendendo
verduras no mais antigo modelo de comércio que é o de porta em porta.
Prepara o terreno, semeia, espera germinar, transporta as mudas para os canteiros,
faz a capina, o controle de pragas, colhe, faz os maços, enche o carrinho, cobre com
um tecido velho umedecido para amainar o efeito do sol, e toca sair pelas ruas
oferecendo o fruto do seu árduo trabalho.
As mãos geralmente são grossas, com ranhuras e ainda guardam restos da terra
cultivada debaixo das unhas. Resiliente e resistente é daqueles que dorme pouco e
acorda de madrugada para dar conta de toda essa agenda. É daqueles que reza, e
muito, quando chove e faz frio dias seguidos e a demanda por verduras cai, assim
como cai a sua precária renda com a qual tenteia as despesas da casa.
Foi quando me dei conta que esta é uma geração que está acabando devido ao
trabalho sofrido e exigente, coisa que os descendentes familiares não querem mais
para si nos dias atuais. Porém ainda temos oásis urbanos produtivos, de onde
provavelmente sai parte do meu, do seu e do nosso consumo diário de hortaliças e
legumes.
Pelo Google Earth dá para identificar áreas urbanas com hortas familiares. Já estão
bem escassas e falta mão de obra. Interessante é que conversando com amigos do
segmento eles dizem que produzir até que não é tão difícil assim, o difícil é a
comercialização e a concorrência dos grandes supermercados.
Os grandes se abastecem comprando no atacado do CEASA paulista, ou de outros
centros de distribuição que consegue juntar: volume, qualidade e preço competitivo.
O atacado é a solução para este modelo grande, e mais, geralmente não se perde
nada porque o que não foi vendido, o que estragou na banca, o fornecedor tem que
retirar, contar ou pesar e descontar do que tem a receber.
No passado havia nas bancas plaquinhas com o pedido de “não aperte as frutas”, para
evitar o este péssimo costume, ou o de se cutucar a fruta com a unha do polegar em
vários pontos para saber se está no ponto, porém as que não passavam no teste
ficavam na banca para o próximo cliente.
Na baixada da rua Palmares, quase no final da via, lado direito, ainda podemos
encontrar um destes redutos produtivos. Seu Geraldo Melo, trabalhador e filho forte de
pernambucano, faz valer o modelo antigo e ainda leva a produção para entregar
pessoalmente na casa dos clientes e em alguns pequenos restaurantes.
A propriedade não é dele, a amizade com os proprietários vem de anos. Faz valer o
ditado “da horta para a sua mesa”. Trabalha solitário na horta, não tem carrinho de
mão, leva as hortaliças em sacolas de feira.
No momento em que eu escrevia este arquivo seu Geraldo Melo bateu na porta da
casa da Regina Perpétuo, minha companheira na Comissão dos Registros Históricos
para entregar folhas de almeirão fresquinhas.
Ele fala com alegria: “Quero ver se eu fico sempre trabalhando nessa profissão, estou
desde 1980, porque é muito bom ficar atendendo as pessoas, plantando verdura,
colhendo e vendendo aos fregueses.”
Em publicação no antigo Jornal Correio de Marília (1938), Laercio Barbalho, jornalista
e político, escreveu artigo falando sobre esta vocação da cidade de Marília. Destaco
um trecho interessante da sua percepção naquele tempo: "...O segredo do seu
crescimento, pois, vamos encontrar num factor que tem escapado a todos quantos se
propõem descobrir-lhe a origem. Para nós, elle reside, justamente nessa faina agrícola
que agita a sua vida, e nesta distribuição quase que equitativa que existe da
propriedade entre nós. porque olhando bem, o phenomeno dos latifundios e das
grandes extensões territoriaes foi annullado aqui.”
Ivan Evangelista Jr, é membro da Comissão dos Registros Históricos de Marília,
fotógrafo, e secretário do COMTUR Marília
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026
Marília abre licitação para construção de espaços de convivência
Prefeitura busca investir em áreas de cultura, esporte e lazer para a população
A Prefeitura de Marília, por meio da Secretaria de Planejamento Urbano, publicou editais de licitação com objetivo de contratar a execução de três grandes projetos para a cidade: revitalização do Parque do Povo, construção de ciclovia no Parque da Represa Cascata, e construção de mirante e restaurante no Parque da Represa Cascata.
Os investimentos serão feitos por meio de convênios firmados com o Governo de São Paulo, por meio da agência Desenvolve SP. Para o prefeito Vinicius Camarinha, Marília precisa investir em áreas de lazer para a população. “Queremos que as famílias marilienses, que os jovens, os idosos, que todos tenham onde buscar lazer, espaço para esportes ao ar livre, caminhada, enfim, queremos que Marília cresça de forma sustentável e oferecendo qualidade de vida para as pessoas, com lugares de convivência”.
PARQUE DO POVO
O edital 001/2026 trata-se de Concorrência Pública para contratação de empresa especializada em fornecimento de material e mão de obra para implantação do Parque do Povo.
De acordo com a Secretaria de Planejamento Urbano, a implantação do Parque do Povo é necessária para transformar uma área estratégica da cidade em um espaço público qualificado, capaz de atender à crescente demanda por lazer, convivência comunitária e atividades ao ar livre.
Localizado na zona Sul, a região do Parque do Povo carece de um ambiente amplo, acessível e seguro, onde a população possa caminhar, praticar esportes, participar de eventos culturais e simplesmente desfrutar de um espaço verde preservado e bem estruturado.
A criação do parque também atende ao interesse do município em valorizar áreas urbanas ociosas, fortalecer a identidade local por meio de eventos tradicionais e oferecer à comunidade um equipamento público que estimule hábitos saudáveis, promova bem-estar e contribua para o desenvolvimento social, turístico e ambiental do município.
Neste projeto será investido o montante de R$ 5.500.000,00 pela Desenvolve SP, além da contrapartida da Prefeitura no valor de R$ 4.909.306,39.
CICLOVIA NO PARQUE DA REPRESA CASCATA
Já o edital 002/2026 trata-se de Concorrência para contratação de empresa para o desenvolvimento de obra e serviços de engenharia, com execução de todas as etapas e ações necessárias, bem como cumprimento de todas as obrigações e condicionantes, requeridas para a construção de ciclovia e pista de caminhada no complexo turístico do parque da represa cascata.
De acordo com a Secretaria de Planejamento Urbano, a implantação da ciclovia e da pista de caminhada no Complexo Turístico do Parque da Represa Cascata é necessária para organizar e qualificar a circulação interna do parque, criando condições seguras, confortáveis e acessíveis para pedestres e ciclistas que utilizam o espaço diariamente para lazer, prática esportiva e convivência.
A ausência de rotas estruturadas limita o uso adequado do parque, gera conflitos de circulação e impede que moradores e visitantes aproveitem plenamente o potencial turístico e recreativo da área. Com a construção de caminhos planejados, contínuos e integrados à paisagem, o parque passa a oferecer uma experiência mais completa, estimulando hábitos saudáveis, valorizando o ambiente natural e fortalecendo sua função como um dos principais equipamentos públicos da cidade.
Neste projeto será investido o montante de R$ 7.027.172,93 pela Desenvolve SP, além da contrapartida da Prefeitura no valor de R$ 604.722,93.
MIRANTE E RESTAURANTE NO PARQUE DA REPRESA CASCATA
Por fim, o edital 003/2026 trata-se de Concorrência Pública para contratação de empresa especializada em fornecimento de material e mão de obra para construção de mirante e restaurante no complexo turístico do Parque da Represa Cascata.
De acordo com a Secretaria de Planejamento Urbano, a construção do mirante e do restaurante como um conjunto arquitetônico integrado ao Parque da Represa Cascata visa à ampliação das possibilidades de uso público e valorizando a paisagem natural do local.
Neste projeto será investido o montante de R$ 6.102.501,83 pela Desenvolve SP, além da contrapartida da Prefeitura no valor de R$ 524.901,83.
Artes dos projetos: Divulgação--
Diretoria de Divulgação e Comunicação
Prefeitura Municipal de Marília
14-3402-6030
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